A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 14/10/2021
O desenvolvimento de cardápios alimentares planejados por nutricionistas em escolas possibilitou que os alunos que não possuíam alimentação correta em casa desenvolvessem hábitos mais saudáveis. No entanto, o desvio de dinheiro públicos destinado a tais fins impossibilita que esses alimentos chegue até as escolas. Pode-se dizer, então, que a negligência por parte do governo e os lanches escolares como a única refeição correta dos alunos são os principais responsáveis pelo quadro.
Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o desvio de verba das redes escolares. De acordo com o pensamento marxista, priorizar o bem pessoal em detrimento do coletivo gera inúmeras dificuldades para a sociedade. Devido à falta de atuação das autoridades, inúmeras escolas não oferecem aos seus alunos a refeição completa, pois, não há como comprar todos os ingredientes devido ao desvio de dinheiro feito por agentes governamentais. Dessa forma, a alimentação dos jovens é prejudicada, tendo em vista que muitos governantes priorizam o benefício próprio do bem coletivo.
Outrossim, a alimentação precária de inúmeras famílias devido às suas instabilidades financeiras também pode ser apontado como responsável pelo problema. Segundo o filósofo Sócrates, ‘‘vivemos para comer, mas comemos para viver’’. Ao possuírem uma renda mensal baixa, as famílias brasileiras priorizam alimentos baratos e pouco diversificados, de forma a impedir o desenvolvimento físico e mental que as crianças poderiam ter, Dessa forma, sem a alimentação correta em casa e nas escolas, as crianças ficam o dia inteiro sem uma refeição realmente nutritiva.
Desta forma, o Ministério da Educação (órgão responsável pela definição das políticas estudantis no país) deverá propor, por meio de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados a criação de um grupo de pessoas aptas, que supervisonem as compras de alimentos para as escolas para que não ocorra desvio de dinheiro. Ademais, o governo deverá distribuir cestas básicas as famílias requisitarem e comprovarem possuir renda inferior a meio salário mínimo. Desta forma, espera-se que todo aluno da rede pública possua uma alimentação saudável.