A alimentação na rede pública de ensino

Enviada em 14/10/2021

A alimentação na rede pública de ensino encontra, no Brasil, uma série de empecilhos. Visto que, quase metade dos alunos do 9º ano comiam guloseimas e praticavam pouca atividade física. Nesse contexto, evidência-se a necessidade de auxiliar os pais na formação familiar de seus filhos e a falta de incentivos econômicos por parte do governo.

A princípio, é notória a falta de uma base familiar que instrua a criança a ter uma alimentação saudável. De acordo com Talcott Parsons, a família é uma máquina que produz personalidades humanas. Sob esse ponto de vista, pode-se inferir que uma família tem papel fundamental em incentivar a criança no que diz respeito a alimentação saudável, o que não tem acontecido.

Além disso, outra dificuldade enfrentada é a falta de investimento na alimentação escolar. O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) foi criado na década de 50 com o intuito de oferecer uma alimentação adequada para as crianças, porém, ele não vem recebendo a devida atenção no século XXI.

Logo, medidas estratégicas são obrigatórias para esse cenário. Para que isso ocorra, o MEC juntamente com o Ministério da Saúde devem desenvolver programas que promovam à prática de atividades físicas e palestras webconferênciadas sobre alimentação saudável.