A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 17/11/2021
Na obra " A cidade do Sol “, do escritor e filósofo Tommaso Campanella, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e de problemas. No entanto, o que se observa da realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a alimentação na rede pública de ensino apresenta barreiras. Sob essa perspectiva, cabe analisar tanto a ineficiência estadual ao distribuir os alimentos quanto a falta de acompanhamento nutricional.
Sob esse viés, é importante pontuar a má distribuição de alimentos ao ensino público, pois com a falta de verba governamental, a rede pública deverá sair prejudicada. Nessa perspectiva, de acordo com o pensador Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Deste modo, esse direito não é verificado no país devido à baixa atuação das autoridades, além de que os meios que asseguram o acesso ao alimento em instituições de ensino gratuito não se adequam na distribuição de alimentos.
Ademais, é imprescindível ressalta a carência de alimentos saudáveis na formação e desenvolvimento do indivíduo. Nesse viés, como apontado pelo jornalista irlandês George Bernard Shaw, o progresso é impossível sem mudança. Dessa maneira, para que ocorra mudança nesse quadro deletério, é necessário que haja planos para a contratação de especialista na área nutricional, com o intuito de melhorar as refeições dos estudantes.
Infere-se, portanto, que é fundamental buscar alternativas para que ajude a sanar essa problemática. Logo, cabe ao Ministério da Saúde, abrir processos contratual para os profissionais da medicina nutricional e incentivar estudos voltados para a melhoria da divisão de alimentos. Dessa forma, tais ações devem ser executadas por meio do Ministério da Educação com estímulos fiscais que ajudaram na conclusão do plano federal, com a finalidade de diminuir a falta de comestíveis das entidades públicas.