A alimentação na rede pública de ensino
Enviada em 27/09/2023
No final do Governo Vargas, foi criado o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), com o objetivo de suprir as necessidades nutricionais nas escolas da rede pública. Todavia, a alimentação na rede pública de ensino, continua sendo um problema intermitente. De tal modo, é visível que a ausência de medidas gover-namentais e a falta de nutricionistas são empecilhos a serem superados.
Em primeira ánalise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater os impasses da alimentação na rede pública de ensino. Nesse senti-do, os baixos investimentos e os desvios de verbas públicas são um dos escandalos mais comuns vistos na sociedade, aonde muitas escolas e instituições de ensino enfrentam inúmeras dificuldades na alimentação de seus alunos. Na América Lati-na, a desnutrição precária alcançou nos últimos anos por volta de 5 milhões de bra-sileiros entre 2015 e 2017, afirma orgãos da ONU.
Ademais, é fundamental apontar a falta de nutricionistas como impulsionador das problemáticas no que se refere a alimentação na rede pública de ensino. Se- gundo a nutricionista Vanessa Manfre, “a escola tem o papel de fornecer a refeição baseada nas recomendações nutricionais de cada criança’’. Entretanto, é sabido que em muita das vezes falta verba para a alimentação, o que acaba deixando a questão nutricional fora de cogitação ou sem nenhuma importância, haja vista que uma questão depende da outra para ser colocada em prática.
Dessa forma, é dever do Ministério da Educação, por intermédio do PNAE, de-senvolver e reformular um novo projeto na destribuição dos alimentos, por equida-de, se possível for - através da criação de conselhos e programas a nível nacional - a fim de solucionar os entraves na alimentação da rede pública de ensino.