A ameaça do ChatGPT ao mercado de trabalho brasileiro

Enviada em 28/07/2024

O uso cada vez mais frequente de inteligência artificial no cotidiano das pessoas tornou-se pauta recorrente atualmente, gerando crescimento de produção e eficiência em grandes companhias. Entretando, esse avanço desafia a geração de empregos, a economia em diversas áreas e a vida da população como um todo. Em vista disso, segundo o empresário Elon Musk, “Até o ano que vem, a IA superará a inteligência humana”, destacando o crescimento acelerado dessa tecnologia que impactará o setor financeiro de diversas maneiras. Logo, embora essa ferramenta traga inúmeros benefícios, apresenta desafios significativos para construir um futuro inclusivo e equilibrado no mercado de trabalho, exigindo requalificação de funcionários e aprimoramento na educação tecnológica.

Em primeiro lugar, é fundamental apontar que o uso de inteligências artificiais muda completamente o funcionamento das indústrias, desenvolvendo fábricas inteligentes e cada vez mais tecnológicas. Em vista disso, a empresa de consultoria MCKinsey prevê que a automação pode render até 1,2 trilhões de dólares à economia até 2030, porém exigirá funcionários mais qualificados. Desse modo, a IA oferece grandes avanços, mas demanda investimentos em educação e inclusão.

Em segundo lugar, é relevante destacar que com o uso cada vez mais frequente de inteligência artificial, é necessário priorizar os gastos em educação e inclusão social. Tendo isso em mente, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), promover a educação tecnológica desde as fases iniciais de ensino até o desenvolvimento profissional é fundamental para preparar os trabalhadores para as demandas emergentes do mercado. Diante disso, tais investimentos garantem uma sociedade mais igualitária e resiliente.

Portanto, é notória a necessidade do desenvolvimento de novos métodos educacionais para modelar e qualificar os profissionais para o novo mercado tecnológico. Dessa maneira, o Ministério da Educação deve investir em ensino tecnológico desde o ensino fundamental, por meio da implementação de novas matérias voltadas à tecnologia e suas áreas de desenvolvimento. Dessa forma, moldando a sociedade atual para as transformações e desafios proporcionados pelo atual mercado financeiro.