A ameaça do ChatGPT ao mercado de trabalho brasileiro

Enviada em 02/09/2024

“A Constituição pretende ser a voz, a letra e a vontade política da sociedade rumo à mudança”. O discurso do deputado Ulisses Guimarães, em 1988, marcou a promulgação da Constituição Federal como bem-estar social e nacional. Nesse sentido, lamentavelmente, a ameaça do ChatGPT ao mercado de trabalho, no Brasil, representa um entrave para o cumprimento desses direitos na prática. Nesse viés, destacam-se dois aspectos importantes: a negligência governamental e a má gestão pública.

Cabe mencionar, em primeiro plano, que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Nessa ótica, de acordo com Confúncio, filósofo chinês, “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o governo não se preocupa com esse revés, e assim, os cidadãos acabarão sendo prejudicados pelo chat pois pode substituir algumas funções no mercado de trabalho daqui alguns anos. Diante disso, fica clara a necessidade de dedicação sob a defesa desses informes.

Outrossim, destaca-se a má gestão pública como impulsionador dos danos. Sob essa ótica, à luz de Émile Durkheim, filósofo francês, “o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade”. Dessa forma, observa-se que a gestão pública não promove recursos públicos à sociedade e, desse modo, faz com que a população não entenda que o chat, pode sim, levar algumas profissões criativas embora, como o jornalismo, e prejudicaria muito essas áreas de trabalho. Logo, medidas fazem-se necessárias para corrigir a problemática.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a conter à ameaça do ChatGPT no mercado de trabalho. Dessa maneira, cabe ao Estado manter a sociedade no mercado de trabalho e não trazer a IA para dentro do âmbito, por meio de cartazes nas ruas e, até mesmo, campanhas em redes sociais (“Instagram e Twitter”), a fim de assolar os problemas envolvidos. Já a Mídia, conscientizar a sociedade de que a IA é eficiente para muitas tarefas mas que não tem a mesma funcionalidade que os humanos. Desse modo, tal problemática será resolvida.