A ameaça do ChatGPT ao mercado de trabalho brasileiro

Enviada em 02/09/2024

“Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados’’. A declaração realizada pelo escritor e filósofo inglês Aldous Huxley, ao ser analisada sob a atual condição do país, permite a reflexão sobre como a ameaça do ChatGPT ao mercado de trabalho brasileiro é negligenciada no tecido social brasileiro, pois afeta a vida de muitas pessoas. Nesse sentido, fatores como o desemprego em consonância com a privacidade não podem ser desprezados, visto que esses são os principais elementos relacionados à problemática.

É lícito postular, primeiramente, que a Constituição promulgada em 1988, ampliou os limites tradicionais da democracia brasileira ao estender o direito ao trabalho para toda a população. Todavia, é importante salientar que tal prerrogativa não é totalmente garantida, tendo em vista que a substituição de trabalhadores por máquinas inteligentes acontece porque muitas funções realizadas por humanos estão sendo automatizadas. Portanto, é inadmissível que, em um país onde se paga uma das maiores taxas de tributos do mundo, o Estado não garanta políticas públicas capazes de corrigir ou reduzir essa situação.

Somado a isso, vale ressaltar que a privacidade é outro elemento que intensifica a ameaça do ChatGPT ao mercado de trabalho brasileiro. De acordo com a ata da PSafe sobre segurança digital, o Brasil registrou um aumento significativo em ataques cibernéticos e vazamentos de dados em 2023. Isso nos mostra que a população brasileira está diante de uma situação extremamente delicada e é por essa razão que ações precisam ser tomadas, para que todos possam viver com mais harmonia e com todos os seus direitos garantidos.

Em virtude dos fatos, é necessário, portanto, que ações concretas sejam tomadas para resolver o problema. Diante disso, a atual República Federativa do Brasil deve constituir uma lei que vise as empresas a incluírem determinada taxa de trabalhadores formais, outrossim pôr limites no uso de sistemas computacionais ocupantes à mão de obra humana, para que a evolução tecnológica não afete expressivamente a comunidade em geral. Desse modo, o uso de inovações no Brasil será administrado de forma consciente e eficaz, evitando maiores controvérsias e promovendo a queda no número de desempregados.