A ameaça do ChatGPT ao mercado de trabalho brasileiro
Enviada em 01/10/2024
" Se a educação sozinha não transforma a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda." Essa ideologia estabelecida pelo filósofo educador, Paulo Freire, na qual o ensino é capaz de configurar as relações ética e moral, reflete a possibilidade de mudanças sobre a ameaça do ChatGPT ao mercado de trabalho brasileiro.
Em primeiro lugar, a seara governamental é a principal responsável pela problemática social. Nesse sentido, a Constituição Federal, cujas leis garantem direitos que devem ser respeitados, no Artigo 205, determia que a Educação é um direito de todos e dever do Estado, sendo promovida e incentivada pela sociedade. Nesse contexto, existe a inaplicabilidade da Carta Magna, visto que a ameaça é um problema de políticas públicas, como, por exemplo, a falta de fiscalização do ChatGPT corrobora a realização de tarefas fundamentais para o crescimento profissionais, por conseguinte, a capacitação empobrecida de ensinamentos.
Além disso, todo ser humano possui direitos imprescritíveis, personalíssimos e inalienáveis. Diante disso, a Segunda Geraçao dos Direitos Humanos é aquela que integra políticas públicas e o cidadão na condição de corresponsável. Dito isso, não existe evolução democrática sem falar da educação brasileira que leva à procura de meios facilitados, como o ChatGPT. Por isso, precisa-se entender que a falta de qualidade pedagógica está diretamente relacinada à ameaça do mercado de trabalho, tendo em vista que, se houvesse melhores condições de ensino, nenhum discente procuraria outros meios mais viáveis de resolução.
Com isso, propostas devem entrar em vigor a fim de solucionar os problemas já mencionados. Para tanto, o Governo tem o dever de propor novas práticas pedagogicas que incentive a busca por novos conhecimentos, sem a necessidade de meios facilitados e, assim, melhorando o mercado de trabalho. Para isso, é preciso pensar em conjunto com a sociedade, promovendo debate em sala de aula, palestras e conversas com a comunidade estudantil, estabelecendo diretrizes capazes de erradicar a problemática em questão. Assim, o Brasil estará de acordo com os avanços estabelecidos e tornar-se-á um país democrático.