A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social

Enviada em 31/10/2023

Na obra literária “A Utopia”, escrita por Thomas More é apresentado a ideia de uma sociedade igualitária e perfeita,governada pela razão. Infelizmente, tal obra não se aplica a realidade,visto que a arquitetura hostil é problema que persiste nas ruas de todo páis, sendo uma pratica excludente e que é agravada por dois fatores importantes : A falta de papel ativo da população neste assunto e a inoperância governamental.

Primeiramente, é indubitável que a maior parte das pessoas não possuem conhencimento algum sobre este assunto. E aqueles que já ouviram falar

possuem uma visão destorcida do de fato é esta prática. Aqueles mais efetados são moradores de rua, individuos estes que por muitas das vezes são marginalizados pela própria população. Segundo o G1, já foram registrados cerca de 17 mil casos de viloência contra pessoas em situação de rua nos ultimos 3 anos. Isto comprova não só a falta de interesse dos cidadãos, mais também uma certa falta de empatia pelo proxímo.

além disso, é notório que exista uma falta de ação do governo para com este problema, Visto que a pratica da arquitetura hostil é permitida por lei. Ferindo diretamente um dos principáis principios do país, afinal segundo a Constituição Federal de 1988, ART 5 : todos são iguais perante a lei e possuem os mesmos direitos. Sendo assim, permitir que uma parcela da populção seja prejudicada, por algo que possa ser evitado é ir contra ideia de liberade e igualdade. Dessa forma, contra a propría constituição.

Diante dos fatos supracitados, faz-se nescessário a adoção de medidas que venham solucionar o problema que é a arquitetura hostil e a exclusão social no Brasil. Por conseguinte, cabe ao governo federal mais especificamente, o poder legislativo que é quem aprova e elabora as leis, criar um projeto de lei que fiscalize toda obra realizada com o dinheiro público em espaços de uso de toda população, através de uma equipe treinada pelo mesmo para esta função. Afim de que assim os espaços possam ser usado livremente por todos aqueles que nescessitarem. Cabe também a população se mobilizar e ajudar sempre que puder estes individuos, afim de que assim o bem-estar possa ser algo cotidiano nesta nação.