A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social

Enviada em 30/10/2023

De acordo com Aristóteles “a base da sociedade é a justiça.” Entretanto, o contexto do Brasil do século XXI. Contraria-o uma vez, que a arquitetura hostil Demonstra-se como uma questão de injustiça, o que desestrutura a base da sociedade brasileira. Nesse sentido, é preciso que estratégias sejam aplicadas para alterar essa situação, que possui como causa a falta de empatia com os sem-teto e os objetos hostil colocados em ambientes de rua.

Em primeiro lugar, é relevante destacar que as pessoas que habitam nas ruas das cidades são tratadas como obstáculos, objetos e lixo, como corpos estranhos, sujos e impuros que precisa ser removido. Nesse sentido, o Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, cita: que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Ou seja, o Artigo nos mostra que assim como qualquer outra pessoa, os moradores de rua têm os mesmos direito. Eles não vão ser menos valorizados só por morarem na rua.

Em segundo lugar, os objetos hostil, como: bancos anti-mendigos, espetos grandes sobre muretas e ademais, são projetos que impede as circulações de pessoas na cidade e barreiras que impede que os ricos tropece nos pobres. O escritor italiano Giacomo Leopard cita “Nehuma qualidade humana é mais intolerável do que a intolerância”. Portanto, essa frase destaca a importância da tolerância e do respeito pelas diferenças como uma qualidade humana fundamental.

Portanto, é necessário que o Estado tome providências, para que a arquitetura hostil não seja mais um problema para a sociedade. tal tarefa será realizada por meio da remoção desses objetos sem fundamento, o que fará com que os moradores de rua venha se sentir incluso na populão. Por fim, é importante promover igualdade para todos, vivendo sua vida de acordo com os valores e princípios que você gostaria de ver na sociedade.