A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social

Enviada em 30/10/2023

Segundo a teórica Vera Maria, em sua obra “A Didatica em Questão”, o sistema brasileiro se encontra estagnado nos moldes do século XIX. Analogo a isso, pode-se obervar o individualismo que embora muito presente no romantismo, movimento artístico a qual surgiu no século XIX, também se faz muito presente na sociedade contemporanea. Dito isso, o surgimento da arquitetura hostil evidencia o compor-tamento apatico, o que consequentemente formenta a exclusão de certa parcela da papulação. Dessa forma, faz-se necessário a discurssão acerca da negligencia estatal , bem como da segregação socioespacial.

Neste sentido, o Estado se mostra ineficiente ao não agir como promotor do bem-estar social. Tal situação ocorre por ele não intervir nas inúmeras obras públicas que adotaram esse estilo de arquitetura, que ressalta cada vez mais a exclusão de grupos desprivilegizados na esfera social, colocando o acesso, ainda que publico, separatista. A exemplo disso é possivel mencionar a reportagem feita pelo jornal da cidade do interior de Minas Gerais, Teofilo Otoni, que menciona a indignação dos cidadãos, daquele território, quanto a estrutura metalica instalada em escoras de pontos de onibus. Desse modo, cabe ao Estado se protificar a elaboração de medidas combativas a esse tipo de construção.

Ademais, há a fragmentação do indivíduo no meio em que é inserido. Este fato ocorre, porque o ambiente passa a ser formulado para que aconteça essa repartição, que alcança como consequência o aumento da desigualdade, haja vista que os principais seres atingidos por esse imblóglio é os moradores de rua, por utilizarem mais do espaço publico para a sua acomodação. A luz disso, o sociologo Zygmunt Baumam aponta a indiferença como carcteristica do homem hodierno, o que se torna veridico ao analisar essa situação. Dessa maneira, para que a mudança aconteça é necessario a colobaração civica.

Portanto, cabe ao Estado a fiscalização atenciosa de que a eguidade garantida na Carta Magna, no artigo 5 da Constituição Federal, seja cumprida rigorosamente nas edificações comunitárias, por meio da criação de uma lei que busca extinquir a exclusão com a arquitetura hostil, bem como a educação da civilização, por intermedio de palestras que visem informar a real criticidade dessa postura indifife