A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social
Enviada em 31/10/2023
Em outubro de 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes da história do Brasil: a Constituição Cidadã, cujo o conteúdo garante no artigo sexto o direito a moradia digna para todos cidadãos. Nesse sentido, vale ressaltar sobre a arquitetura hostil como mecanimos de exclusão social, uma vez que a omissão estatal e a falta de apoio social corroboram com esses cenário. Logo, faz-se necessário medidas para resolver o problema prejudicial em questão.
Nesse aspecto, é válido salientar que o Estado não possuí um suporte adequado na manutenção do acesso ao lar para grande parte de população. Sob esse viés, o filósofo Maquiavel afirmou que o principal objetivo do governante é a conservação do poder e não a promoção do bem comum. Nessa Lógica, há uma negligência do governo com escassas acões para coibir a arquitetura hostil, pelo fato de que políticas públicas nesse sentido não garantem amplo afetivo votos aos políticos. Em consequência disso, a implementação de objetos hostis no ambiente público, prejudica a população em estado de vunerabilidade, que necessita de apoio governamental para se restaurar no âmbito social. Assim, é essencial que o governo realize ações a fim de garantir a obtenção dos direitos desses cidadãos.
Ademais, é importante citar sobre o mínimo apoio social dado a pessoas em situações de rua. Nesse contexto, o sociólogo canadense Erving Goffman, em seu livro ‘‘Estigma’’ exibe o preconceito e a segregação de alguns indivíduos que diferem da maioria. Nesse prisma, a recusa e a falta de inclusão dessas minorias em detrimento de suas peculiaridades, contribui para marginalização e a escassez de perspectiva futuras. Em relação a isso, o pensmanto de modernidade líquida proposto por Bauman, entra em relação direta com a falta de apoio social, já que os interresses pessoais e financeiros sobrepoem a compaixão e o lado humanitario da sociedade, que ignora os problemas ao seu redor.
Portanto, são necessárias providências para resolver tais impasses. Dessa maneira, o Governo Federal, órgão garantidor dos direitos individuais, por meio de verbas governamentais, deve realizar a construção de lares e a criação de pojetos promotores do senso crítico a população, a fim de extinguir os danos causados pela