A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social
Enviada em 06/02/2024
A arquiteutra hostil está presente em praticamente todas as capitais do Brasil. Será um sinal de alerta para o mecanismo de exclusão social e de certa forma evitar aglomerações em praças dos ¨nômades urbanos¨,vulgarmente ,chamados de mendigos de rua ? Pois bem, nosso país de extensão continental parece não ter casa para quem quer casa.Ademais, sabemos que essas pessoas vulneráveis que deambulam pelas ruas em busca de abrigo necessitam de uma espaço para viver.
Em primeiro lugar, temos um agente público preocupado em manter sua cidade limpa e bela, e não mede esforços, para mudar a tal arquitetura hostil. Desse modo, transforma ela em ambiente desagradável.Por exemplo, notam-se praças que são fechadas à noite, calçadas estreitas, bancos de praças com divisórias de ferro.Provavelmente, tais modifcações vão de encontro aos princípios fundamentais da República Federativa do Brasil ,elencados na constituição federal de 1988 ,entre eles a cidadania e a dignidade da pessoa humana.
Em segundo lugar, nossas ruas estão repletas de moradores ¨sem teto¨ que a nova nomina rotulou -os de ¨nômades urbanos. Tais pessoas são muitas vezes nigligenciadas pelos governantes.Nesse sentido, é crucial a vida de quem precisa de um lugar para descansar ou para realizar uma refeição sem o tê-lo.Ademais , o sofrimento pelo qual aqueles passam esses quiçá passarão.Além disso, denota-se uma fragilidade do governo em resolver tal situação. Em razão disso, os desabrigados são as mazelas de uma política sem rumo para os necessitados.
Em síntese, é imperioso destacar, que tal situação precisa mudar, mediante políticas públicas com ações afirmativas que incentivem a programas de governo de inserção e não de exclusão dessa população desemparada. Por meio da criação de rede apoio do controle social e da cidadania . Por fim, arquiteturas hostis de hoje , são sim excludentes e devem dar lugar a projetos de consrução de áreas que acolham os necessitados e respeitem a dignidade da pessoa humana para que sejam vistos como cidadãos de bem.