A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social
Enviada em 01/04/2024
A liberdade é considerada um direito básico, por isso é assegurada pela Constituição Federal de 1988. Porém, a arquitetura hostil como mecaninsmo de exclusão social evidencia que, infelizmente, há uma falha na aplicação de leis. Nesse sentido cabe analizar as atitudes governamentais e o posicionamento da Mídia acerca do assunto.
Em primeiro lugar, é possivel observar que o governo tem cada vez mais implementado a arquitetura hostil na sociedade brasileira. É possivel vê-la em praças com gradis ao redor e acentos desconfortáveis. Uma arquitetura com essas características, tem o objetivo de limitar o uso de pessoas marginalizadas, como moradores de rua. Afetando então, de forma negativa, pois, a libertade dessa minoria tem sido negligênciada . Entretanto, essa não deveria ser a realidade, já que, espaços públicos deveriam ser para todos os cidadãos.
Em segundo lugar, a mídia tem sido a responsável por invisibilizar essa problemática, dando destaque à noticias banais. Assim, percebe-se que esta entidade age como uma instituição zumbi, conceito de Zygmunt Bauman para denominar instituições que se mantêm, apesar de não serem funcionais, pois, mesmo mantendo sua forma, não informa a população de forma efetiva, imparcial e segura. Portanto, isso impacta toda a sociedade, pois, torna uma população desinformada. Por isso é de extrema importância que a mídia faça seu papel, que é informar a populção com informações verídicas e importantes.
Portanto, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania - orgão resposável pela garantia dos direitos básicos de todos os cidadãos brasileiros- combater esse problema arquitetônico. Isso será feito por meio de novos projetos de leis, que protegem a liberdade todos os cidadãos, e garantir que seu livre-arbitrio não seja limitado, idependentemente do público que esteja utilizando o espaço. Cabe também à população exigir um posicionamento verdadeiro da mídia, para que as notícias sejam verídicas e confíáveis. Tal proposta tem finalidade de combater a arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social.