A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social
Enviada em 28/03/2024
A Constituição de 1988, documento de maior prestígio ao sistema jurídico brasileiro, assegura diversos direitos aos seus cidadãos, dentres eles o bem-estar. Todavia,infelizmente, o Brasil não cumpre com essa máxima, de forma ideal, ao enfrentar a arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social, impactando de forma negativa a vida dos moradores de rua. Isso ocorre devido a negligência governamental e ao descaso populacional.
Vale ressaltar, nesse contexto, a inoperância do poder público. Segundo o renomado sociólogo Zygmunt Baumam, Instituiçao Zumbi é uma corporação que não exerce seu papel no corpo social,prejudicando-o. Nesse ínterim, nota-se a semelhança dessa teoria com a comtemporaneidade, na medida em que o Poder Maior mostra-se indiferente á situação dos sem teto, já que ao não ampará-los, dificulta a sua vida ao fazê-los conviver em locais que os excluem. Seguindo esse raciocínio, é nítido como o mal funcionamento do Poder Estatal é maléfico, pois coloca um novo entrave no cotidiano dessas pessoas desfavorecidas,as quais sao submetidas a conviver em situações ensalubres e desumanas.
Ademais, cabe pontuar a indiligência populacional. De acordo com o célebre filósofo Georg Orwill, Atitude Blase é a normalizacao de um empecilho, em razão de ele ser visto cotidianamente. Nesse sentido, é óbvio a relação desse pensamento com a atualidade, visto que a massa menospreza essa parcela carecida ao acostumar-se a observa´-la habitualmente. Nessa óptica, é explicito como tal banalização é erronea, pois ao não receber ajuda eficaz da máquina admnistrativa e ,tampouco, da coletividade, o indivíduo é marginalizado e ,por conseguinte, não usufrui da sua cidadania, a exemplo, dificuldade em utilizar espaços públicos devivo a estrutura excludente.
Fica evidente, portanto, a necessidade de mediar os entraves que circuidam o viés. Posto isso o Estado deve criar o Projeto Intitulado; Acessibilidade aos sem teto, a fim de barra a arquitetura hostil, por meio de reuniões mensais com ongs parceiras como Amigos do bem. Outrossim,escolas em conjunto as prefeituras devem confeccionar anúncios, por meio de aulas didáticas , para alertar o povo de suas ações infrutíferas. Isso tudo com o intuito de seguir a Constituição.