A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social
Enviada em 09/09/2024
A arquitetura hostil foi disseminada quando os escravos conseguiram sua libertação, se caracteriza com espinhos e divisórias em bancos, por exemplo, em espaços públicos evitando que negros circulassem em ambientes considerados nobres. Na atualidade essas estruturas persistem prejudicando as pessoas das cidades, dificultando tanto a sua circulação quanto seu conforto.
Nesse cenário, em primeira análise, é importante ressaltar a dificuldade enfrentada pela população, principalmente os que vivem em situação de rua, ao terem que trafegar na cidade. De acordo com a Constituição Federal de 1988 os cidadãos tem o direito de ir e vir livremente, com uma arquitetura benéfica que coopere para o exercício da lei. Diante disso, se percebe os empaces vividos na sociedade ao tentar usufruir de seu poder.
Além disso, o que a arquitetura hostil também prejudica na vida das pessoas é o seu conforto na localidade. A Carta Magna assegura, da mesma forma, o direito ao conforto no que diz respeito a poder desfrutar de por exemplo assentos públicos, que lhes sejam agradável e que atenda às suas necessidades. Ponto interesante esse que não se tem presente, tendo em vista que a urbanização hostil prevalece.
Logo, medidas são nescessárias para mitigar esse problema. É importante que o Poder Executvo, junto com um represetante de cada prefetura, se reunam para discuti como cumprir d forma eficiente o qe é proposto na lei. E em paralelo a isso, cabe também ao Poder Executivo em parceria com o CREA, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, a fim de melhorar a fiscalização para saber se o que é dito na Constituição está sendo cumprido, para assegurar uma melhor condição de vida para a população