A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social
Enviada em 13/09/2024
A lei n 14, proíbe o uso de materiais e estruturas projetados para afastar pessoas em situação de rua de locais públicos. Nesse sentido, a arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social, se deve, tanto ao preconseito por parte de pessoas de classes mais favorecidas, quanto á falta de imposição por parte dos políticos.
A clara discriminação sofrida por moradores de rua, que agrava ainda mais a situação dos mesmos, se dá, por aqueles com maior poder aquisitivo, os quais acabam por “controlar” a vivência da população. " O preconseito é um fardo que confunde o passado, ameaça o futoro e torna o presente inacessivel", sitação feita por Maya Angelou, nos leva a perceber uma grande verdade na própria, tendo em vista que, a arquitetura hostil afasta pessoas da convivência com a sociedade, assim, as impedindo de conseguir oportunidades até mesmo para melhorar seu modo de vida.
Além disso, os políticos, principalmente das grandes cidades, vem deixando a desejar em relação as arquiteturas dos grandes centros, nos levando a pensar que, isso ocorre pois essas mesmas pessoas não são de seu interesse político e financei ro, sendo assim, não são “úteis” para os mesmos. Segundo Hanna Arendt " Quando uma atitude agressiva ocorre constatemente, as pessoas param de ve-la como errada". Essa fala nos leva a ter um pensamento de que para muitos, não se é clara tamanha hostilidade cometida pelos políticos, porque, para eles virou uma espécie de novo normal, oque acaba por tornar difícil possíveis denúncias.
Portanto, a arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social, se dá pelo preconseito social e político. Diante disso, cabe a população observar em locais públicos e denunciar esse tipo de ato que, é crime pela constituição. Ademais, as organizações não governamentais, ONGs, também podem ajudar nessa causa ao acolher pessoas das ruas e lhe informá-las de seus direitos. Outrossim, cabe ao governo federal averiguar e punir aqueles políticos que aceitam a utilização dessas arquiteturas em suas cidades.