A arquitetura hostil como mecanismo de exclusão social
Enviada em 13/08/2024
“Somos cidadãos da república apenas enquanto estamos trabalhando ou consumindo mercadorias diretamente"Iain Borden.e como resposta surge a arquitetura anti sem teto, visando afastar os indivíduos que não são “cidadãos”.
O contraste socioeconômico é óbvio, como pode ser visto na famosa foto da favela de Paraisópolis. A gentrificação onde as pessoas com mais condição financeira se mudam em massa, aumentando o custo devida como resultado, levando aos antigos moradores a si mudar por não ter condição para arcar com o aumento.
A arquitetura hostil traz atona um problema mais sutil o descaso com a população de rua, em 2022(CadÚnico)registrou 236.400 pessoas em situação de rua.elementos hostis são sinais de aporofobia que revela aversão aos pobres, o padre Júlio lancellotti que dá nome a lei14.489 postou em suas redes sociais ele gebrando a maretadas pedras instaladas sob viadutos.
Dessa forma, é necessário que o governo retire os elementos hostis de árias públicas, e a hostilidade deve ser combatida por meio da educação, e da conscientização social e da implementação de políticas públicas que promovam a inclusão e a dignidade humana. Para mais pessoas como o padre dem a resposta certa, que é a hospitalidade.