A automedicação no Brasil e suas consequências para saúde pública
Enviada em 21/10/2026
Manoel de Barros,poeta modernista, desenvolveu a chamada ‘‘Teologia do Traste’’’, caracterizada pela valorização de elementos frequentemente ingnorados epla sociedade. De maneira análoga, observa-se que a automedicação no brasil constitui uma questão negligenciada,tendo em vista que a ingestão incorreta de medicamentos é pouco debatida no contexto nacional. Nesse panorama, cabe enfatizar duas fontes para esse problema: a desinformação e a negligência governamental.
Em primeiro lugar, é importante destacar a alienação social como promotora do problema. De acordo o escritor Peter Drucker o saber e a informação são recursos estratégicos para o desenvolvimento de um,a sociedade. Dessa forma, a dificuldade de parte da populaçao em obter informações acerca do uso indiscriminado de medicamentos limita a capacidade de reconhecer a importância da orientação médica Como consequênca, esse cenário favorece o consumo inadequado dessas susbtâncias, expondo os indivíduos a risco à saúde, como a intoxicação.
Ademais, é imperativo ressltar a omissão estatal como potencializadora da problemática. Nesse viés, o escritor Gilberto Dimenstein, em sua obra ‘‘Cidadão de Papel’’’, aponta a legislação brasileira como ineficaz, visto que apesar de apresentar uma boa teoria não se concretiza na prática. Sob essa perspectiva, a baixa atuação das autoridades na ampliação do serviços públicos de saúde contribui para a persitência desse cenário, uma vez que a insuficência de assitência médica dificulta o acompanhamento profissional adequado, levando parte da população a recorrer o uso de medicamentos por conta própria.
Portanto, atitudes devem ser tomadas para amenizar o quadro atual. Para isso, é necessário que Governo Federal em parceria com a mídia, promova campanhas de conscientização sobre a automedicação. Tal ação deve ser feita por meio de divulgações de informações nas redes sociais com conteúdos elaborados por profissionais da saúde, afim de conscientizar a população sobre o risco do consumo de medicamentos sem oritenção médica.