A automedicação no Brasil e suas consequências para saúde pública
Enviada em 22/09/2024
A automedicação vem causando preocupação entre os especialistas. Sendo gerado pela falta de rigidez na exigência de receitas dos medicamentos e também pela propagação feitas por fontes erradas. Dessa forma é preciso dá destaque sobre como as consequências da automedicação no Brasil vêm afetando a população.
Ainda existe diversos medicamentos que não precisam de prescrição médica e a população aproveitam dessa facilidade para comprarem esses remédios. Várias são as consequências disso, como a: ineficácia do tratamento, pelo longo prazo e uso indiscriminado de determinado medicamento e também efeitos colaterais.
Além disso, a falta do fármaco nas farmácias para quem realmente precisa. Isto é, é preciso ter um gerenciamento para ter o controle sobre os medicamentos.
Além disso, há também o uso inadequado pelo fato das fontes erradas. São elas: vizinhos, família, vendedor, figura pública. Todos eles têm uma influência entre a população e por falta de conhecimento acabam comprando. Até uma simples vitamina sendo oferecida por um vendedor de forma despretensiosa pode prejudicar a saúde de quem se automedica. Além disso, a figura pública têm um grande poder de visibilidade e influência entre as pessoas. Um exemplo, é o ex presidente Jair Bolsonaro, na pandemia da COVID- 19. Que defendeu o uso da croroquina e da ivermectina. Sendo que a croroquina causou diversas mortes e provou ineficácia contra a COVID. Com isso , esse fato mostra a importância de se ter o cuidado de buscar fontes confiáveis e profissionais da área.
Contudo, para combater o uso indiscriminado de compras de remédios é preciso por meio do ministério da saúde e da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), implantar mais remédios com leis inserindo no regulamento de medicamentos que precisam de receitas. Com isso, é possível ter o controle sobre a venda desses fármacos. E também, em relação as fontes erradas. Para se ter uma maior consciência, por meio de redes sociais, Tv e locais(: hospitais, farmácias). Concientizar pessoas sobre o uso , fazendo campanhas pela internet, distribuindo panfletos. Preparando assim, a população para ser mais consciente ao comprar remédios.