A automedicação no Brasil e suas consequências para saúde pública
Enviada em 01/08/2024
Na obra, “Brasil, País do Futuro”, Stefan Zweig, autor austríaco, em sua visita ao Brasil, defendeu a ideia de que o país estava destinado a ser uma das nações mais importantes do mundo no futuro. No entanto, hodiernamente, as previsões do autor ainda não se concretizaram, devido a automedicação no Brasil e suas consequências , tendo em vista a omissão estatal e a irresponsabilidade da sociedade como pilares destes desafios.
Em primeiro plano, É de conhecimento geral que a automedicação é prejudicial à saúde, carregando consigo várias consequências penosas. De acordo com Thommas Hobbes, filósofo inglês - o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Desta forma, o Governo deve exercer uma influência sobre a sociedade para que esta não se automedique mais, já que a gafe afeta o comportamento dos brasileiros, que só se corrigiria com uma mudança de hábito, e não com a proibição de medicamentos. Por consoante, fica evidente que a automedicação carece de resolução, porém é invibilizada pelo Estado que não oferece a atenção necessária ao tópico.
Outrossim, além da negligência estatal, a irresponsabilidade da sociedade contribui pontualmente para a automedicação no Brasil. Destarte, a OMS define saúde como um estado completo de bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de enfermidades. Sendo assim, a automedicação já virou um costume para os brasileiros, pois sempre que estão doentes pensam primeiro em se autodiagnosticar do que consultar um profissional da saúde, seja por uma questão de hábito ou egoísmo, esta atitude pode agravar mais ainda o quadro de saúde de enfermos e trazer novas doenças. Por conseguinte, urge a necessidade de correção da mentalidade em relação à saúde de toda a sociedade.
Portanto, o Brasil se caracteriza com um impasse no que rege a automedicação em sociedade. Logo, cabe ao Estado, adjunto do Ministério da Sáude, promover campanhas que influenciarão a sociedade a interromper este costume, por meio da divulgação de informações médicas sobre a automedicação por todas as fontes de comunicação, redes sociais, TV e rádio, com a finalidade de alcançar as expectativas criadas pelo autor austríaco do Brasil se tornar o “País do Futuro”.