A automedicação no Brasil e suas consequências para saúde pública
Enviada em 04/08/2024
Consoante a Djamila Ribeiro, situações devem ser tiradas da invisibilidade para que sejam resolvidas. Em contrapartida, a automedicação é uma situação não debatida. Por conseguinte, isso contribui para que ela seja praticada pela população, a qual não sabe dos seus riscos. Desse modo, observa-se que, além de desestimular a procura por médicos, ela traz consequências negativas à saúde pública. Assim, emergindo um problema grave que deve ser discutido.
Diante disso, nota-se como a medicação por contra própria atrasa a procura de profissionais da saúde. Uma vez que o indivíduo pode tratar dores de forma caseira, a ida ao hospital é desvalorizada. Entretanto, é comum que, nesses casos, apenas os sintomas estejam sendo tratados e não suas causas. Com efeito, a procura por um especialista é postergada, o que pode agravar a situação do paciente. Portanto, os problemas de saúde são mascarados e isso pode piorar a saúde do indivíduo.
Ademais, vale ressaltar as consequências negativas da situação em um âmbito geral. Segundo o Ministério da Saúde, a automedicação é considerada um problema na saúde pública brasileira. Desse modo, nota-se que os malefícios não são apenas para o indivíduo. Nesse cenário, isso se torna algo tão comum que, além de aceito pela população, é passado para as próximas gerações. Em virtude disso, a gravidade da situação fica evidente.
Em suma, deve-se agir para resolver o assunto. Nesse aspecto, cabe ao Ministério da Saúde, órgão responsável pelo bem-estar geral, conscientizar a sociedade brasileira acerca dos malefícios da automedicação. Para tanto, deve-se utilizar as redes midiáticas e outras formas de propaganda. Assim, culminando para uma comunidade informada, consciente e capaz de se proteger dos malefícios causados pelo problema.