A automedicação no Brasil e suas consequências para saúde pública

Enviada em 23/08/2024

Desde os primórdios da humanidade, sempre coexistiu uma uma íntima relação entre humano e medicina. Seguindo a visão do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, que " não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas" paralelo a isso, a pandemia trouxe a tona os perigos da automedicação e alienação social acerca da ciência.

Sob essa perspectiva, os riscos da utilização de fármacos sem prévia prescrição médica, trazem a tona diversos riscos. Segundo a Associação Brasileira Das Indústrias Farmacêuticas (Abifarma), no Brasil, por ano, morrer mais de 20 mil pessoas devido a automedicação. Por consequência, podem acarretar riscos como autoimunidade a medicação, dependência e até morte.

Devido ao período pandêmico, a credibilidade da ciência foi posta em cheque, devido a baixíssima adesão de vacinas e remédios. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 15% dos brasileiros tomaram as doses da vacina. Problema este causado principalmente devido a disseminação de “fake News” por toda a sociedade Brasiliense.

Diante do exposto, essa prática embora possam ofereçer soluções rápida e práticas, as mesmas não são nada benéficas a saúde. Medidas de educação devem ser tomadas e promovidas, com uma parceria entre Mistério da Saúde e Ministério da Educação, para minimizar os riscos associados a esta prática e garantir que uso de remédios seja eficiente e eficaz. Dessa manteria, trazendo uma ração positiva como previsto pelo sociólogo Zygmunt Bauman.