A automedicação no Brasil e suas consequências para saúde pública
Enviada em 25/10/2024
A Constituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, garante em seus artigos uma série de direitos, entre eles, o acesso a saúde. Entretanto, a automedicação realizada por brasileiros pode trazer consequências, como o risco de agravamento de outras doenças e o ocassionamento de mutações geneticas.
É relevante enfatizar, que o risco de agravemento de outras doenças é uma das consequências da automedicação. De acordo com informações divulgados pelo site +MEDICINA, a super dosagem de medicamentos e medicações administradas sem prescrição medica podem gerar intervensão medicamentosa, ou seja, quando um medicamento interage com a ação de outro, podendo gerar malefícios a saúde de quem o consome, como agravar doenças pré existentes e a depender da dosagem excessiva o risco de falecimento.
Outro fator importante é o perigo de ocassionamento de mutações. Em 2023, pesquisas divulgadas na página da OMS (Organização mundial da saúde) revelaram que o uso incorreto de antibioticos ocassionou em 25% o aumento de casos de super bactérias (bactérias que sofrem mutações geneticas). Dessa forma, tais ações dificultam o tratamento de doenças bacterianas , trazendo prejuizos a saúde da população e podendo ocorrer também mutações no proprio genoma humano.
Logo, se faz necessário que medidas sejam tomadas para amenizar a automedicação no Brasil. Desta maneira, o Ministerio da saúde deve promover uma série de paletras nas Unidades Básicas de Sáude (UBS), realizadas por funcionarios da aréa da saúde, consientizando a população sobre os riscos e maleficios de tomar remedios sem prescrição e de maneira incorreta. Essa ação tem a finalidade de diminuir a automedicação no Brasil e suas consequências para a saúde pública.