A automedicação no Brasil e suas consequências para saúde pública

Enviada em 02/11/2025

Como diz a Organização Mundial de Saúde, pessoa saudável é aquela que tem equilíbrio físico e mental. Atualmente, a automedicação é frequente no país, o bra-

sileiro médio já se autodiagnosticou e procurou remédios para isso pelo menos uma vez na vida. O problema é que usar medicação por conta própria tem riscos altos como vício e o uso inadequado de certos remédios.

Diante disso, é vital se atentar à uma das condições que mais afeta as últimas gerações: o vício. No seriado O Gambito da Rainha a protagonista desde a infância é medicada sem necessidade com uma substância controlada tranquilizante, onde a série demonstra como isso evoluiu a um descontrole e dependência no uso da substância. A venda de remédios sem prescrição médica não é necessariamente ruim mas o problema está em como a população lida com isso, inúmeras drogas lícitas são viciantes, principalmente drogas que amenizam a dor de doenças ou dores crônicas, se tornando um grande perigo a sociedade.

Visto isso, o consumo dos medicamentos errados para resolver seus problemas é muito descuidado e altamente arriscado. Confúcio afirma que as pessoas perdem a saúde por dinheiro e o usam para recuperá-la, não podendo representar melhor a situação do povo brasileiro. A desgastante carga horária de trabalho que o brasileiro médio possui gera um ambiente propício ao autodiagnóstico e por consequência a automedicação e é aonde mora o perigo. Uma povo sem conhecimento adequado para escolher qual medicamento utilizar faz com que possam optar por algo alérgico ou com efeitos colaterais desconhecidos sem o devido controle sobre a situação, tais fatores podem ser muito arriscados para os cidadãos.

Portanto, a automedicação é extremamente perigosa para a população pelo alto risco de vícios e efeitos colaterais indesejados. É necessária a ação governamental do Ministério da Saúde em controlar as quantidades de remédio que casa cidadão compra, e no momento do fornecimento ser obrigatório o evidenciamento de suas consequências além de melhorar o acesso da população à saúde pública visando reduzir a porcentagem de pessoas que utilizam medicação por conta própria. Essas ações são essenciais para a segurança da saúde dos brasileiros.