A banalização da prescrição de psicofármacos na infância
Enviada em 29/06/2021
sob esse prisma, é imperativo pontuar que, diante dos fatores externos que circundam a vida do adulto, como a vida profissional ativa e a falta de tempo para o lazer, a criança encontra-se marginalizada do correto e efetivo cuidado acerca de seus ascpetos emocionais. Diante desse grave cenário de negligencia parental, a necessidade de acalmar o infate, ao em vez de compreender suas perstcivas de vida, reflete a falta de compromisso com o desenvolvimento juvenil, no qual as crianças não são devidamente auxiliadas. Essa impasse encontra eco no conceito de ‘‘Cegueira moral’’, do sociólogo Zigmunt Bauman, o qual relata que, em tempos de modernidade líquida, as relações são demasiadamente frágeis e latentes. Destarte, os pais opitam por substancaias psicoativas aos filhos, em detrimento da consulta profissional, em virtude das claudicações familiares e coletivas externas ao indivíduo que revelam a banalização da saúde.
simultanemaente, como consequencia desse problema que assola a saúde e o desenvolviemnto de muitos jovens, surge a medicalização da infancia, porquanto a listagem equivocada de sintomas leva os pais a adotarem método baseados no senso comum, ao adotar medicamento psicotrópicos. Nessa conjuntura, por ser um fenomeno social, a patologização assemelha-se ao conceito de ‘‘comportamento de manada’’, arquitetado pelo psicólogo Gustave Le bon, uma vez que a sociedade reage de uma mesma forma sem uma direção planejada, sendo um processo automatico. Paralelamente, essa indiligencia parental e social silencia a criança , a qual se descreve de um modo reducionista ao tratar de assuntos como rendimento escolar e a sociabilização. logo, é subatcnaila mudança desse quadro
em suma, diante dos desafios supramencionados, fica clara a necessidade de medidas estatais. Portanto, com o fito de propor tratamento alternativos que levam em consideração aspectos culturais e sociais da vida infantil, a fim de abolir a negligencia parental, torna-se imperioso que o Ministério da Cidadania desenvolva campanhas publicitárias na mídia, na figura das redes sociais e dos canais de telvisão, essa medida deve ser pautada em argumentos de autoridade que simbolizem a veracidade das informações, revelando as graves conseuqencias e as causas dessa banalização acerca da prescrição dos psicofarmacos