A banalização da prescrição de psicofármacos na infância

Enviada em 26/06/2021

Durante a Segunda Guerra Mundial houve um crescente desenvolvimento da medicina, ocorrendo o aprimoramento de medicamentos e instrumentos cirúrgicos. Hodiernamente, é nítido que a tecnologia é um aliado para a intensificação dos mesmos, porém surge a problemática da excessiva pescrição de psicofármacos no decorrer da infância. Logo, isso decorre das diversas doenças ocorrentes que por consequência pode acarretar a dependência química do indivíduo. Sendo indubitável manter uma discussão sobre o assunto.

Vale pontuar de início que o excesso da precisão de remédios na infância é decorrente das diversas patologias existentes. Mesmo com a alta tecnologia atual, há o surgimento de diversas doenças que atacam o sistema nervoso. Como afirmava Albert Enstein, “Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu nossa humanidade”, nesse interim, relaciona-se essa menção com a evoluída tecnologia presente, mas ainda que exista as ciências inexiste uma cura precisa para as doenças surgidas. Destarte, é indubitável que haja uma reflexão sobre esse quesito, para que seja provável a harmonização da sociedade.

Consequentemente, com o uso exacerbado dos medicamentos há a progressão da dependência química. Conforme o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, é importante que haja tratamentos alternativos para findar o consumo excessivo de fármacos, que é o principal vetor da interdependência física e psicológica evidenciada. Portanto, havendo a conveniência de aumentar os investimentos estatais na área da saúde. Nesse viés, é essencial a consolidação de outras possibilidades para combater esse impacto.

Verifica-se, assim, a necessidade de atenuar esse cenário preexistente. Desse modo, o Ministério da Saúde deve intervir por meio de melhores alternativas para que não seja necessário a medicação, a qual haja uma aceitação nacional, a fim de reduzir os impactos nas crianças pelo desuso da mesma. Ademais, a mídia pode fomentar a gravidade da dependência química, mediante a conteúdos e elaboração de personagens que informem e alertem a população, com a finalidade de sensibilizar os indivíduos da magnitude dessas ocorrências. Com tais medidas, será possível amenizar esse transtorno presente.