A banalização da prescrição de psicofármacos na infância
Enviada em 14/11/2021
O conselho Nacional dos Direitos da criança e do adolescente, divulga uma resolução na qual recomenda o fim da prescrição excessiva de remédio sem uma avaliação completa. Pois, preconizam o acompanhamento inicial com psicológos e alternativas não medicamentosas nessa faixa etária. Destarte, à banalização de psicofármacos de modo impreciso e a falta de preparação ao lidar com crianças que necessitam de um acompanhamento contínuo, reverbera a automedicação errônea.
Em primeira análise, é possivel perceber uma discrepância entre dados retratados do Ministério da Saúde, onde estimativas relacionadas ao défice de atenção em crianças é menor do que às prescrições medicamentosas geradas para tal necessidade. Entretanto, exibe uma forma de receitar psicofármacos inadequada ,causando problemas como dependência precoce e dificuldade nas atividades escolares, limitando somente ao uso de psicofármacos para os tratamentos em crianças e adolescentes. Dessa forma, é notório a propagação de automedicação e da consciência de “cura” por meio da medicação, pelo fácil acesso, postergando o défice principal a ser resolvido.
Outrossim, às escolas são fundamentais na educação das crianças,pois,são essas instituições que enquanto espaço de incentivo e práticas pedagógicas, tende a não estar preparadas para receber alunos com especialidades que necessitam de uma abordagem dos assuntos escolares, no qual, a equidade é imprenscíndivel,visto que, o sociólogo Immanuel Kant, confirma que a educação contribui para o indivíduo alcance a autonomia, logo, a dificuldade na aprendizagem, gera de uma forma prolongada à busca de medicações para concentração. logo, emite um conceito de que os psicofármacos são uma forme de “amenizar” défices nos quais as crianças
Depreende-se, portanto, a relevância de acompanhamento com os pais, escolas e psicólogos é fundamental antes de prescrições com psicofármacos. tal que, compreende a banalização desses medicamentos de forma errônea e precoce. Logo, às escolas devem acompanhar cada aluno de forma individual, visando ao aluno uma forma de ensinar de acordo com suas dificuldades, por meio de provas e atividades que contribuem para a equidade de cada criança. Ademais, o governo federal deve liberar verbas para à profissionalização de professores e instituições educacionais, com o dever de dar o suporte, com o intuito de não culpabilizar a forma de ensino realizada para o alto índice de medicamentos para a concentração de alunos com transtorno de défice de atenção. Junto com a família, que é a base da sociedade que se destaca no desenvolvimento e da educação de todos os indivíduos, deve acompanhar gradativamente, às dificuldades da criança no ambiente escolar. Com isso, a tríade reforçando sempre a resolução da prática banalizada de psicofármacos nessa faixa etária.