A banalização da prescrição de psicofármacos na infância

Enviada em 26/07/2021

Funcionando conforme a Lei de Newton, a Lei da Inércia, a qual afirma que um corpo tem de permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele mudando-o de percurso. Na sequência, a banalização da prescrição de psicofármacos na infância é um problema que persistena na sociedade brasileira há algum tempo, sendo a força que permanece em seu movimento, como tal fator a negligência governamental. Desse modo, é evidente que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa problemática.

Em primeiro lugar, vale ressaltar, a obra “Utopia”, do inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeira, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de problemas e conflitos. Dessa forma, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a luta contra a banalização de prescrições de remédios apresenta barreiras, levando em consideração com os dados extraídos com o levantamento da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, houve aumento de 775% no consumo de medicamentos no Brasil, as quais dificultam as concretizações dos planos de More, como tal fator, a prescrição de medicamentos sem necessidade, assim, consequências serão levadas como mudanças psicológicas, afetando o desempenho pedagógico, social, cultural e emocional, sendo assim, iniciativas voltadas para um maior investimento em projetos para a alternância do cidadão optar pelo tratamento, fazendo com que os jovens tenham o direito de acessar tratamentos alternativos e não medicamentos, contribuira para o processo de luta contra as banalizações.

Ademais, denotando o conceito sobre os direitos, segundo Aristóteles, a política serve para garantir a felicidade do cidadão, logo, nota-se que esse conceito encontra-se deturpado no Brasil à medida que o Estado não implementa os projetos na sociedade. Fica claro, a importância de se estabelecer novas estratégias para o projeto.

Portanto, é notável começar com os esforços globais do governo, em parceria com a Organização Mundial da Saúde, por meio de verbas governamentais, manusear os projetos para as pessoas obter mais oportunidades e alternativas. Por último, devera colocar em vista para todo o público, em forma de palestras, o que acontecerá se não colocada em prática. Dessa maneira, essa força irá atuar fazendo com que mudasse de percurso.