A banalização da prescrição de psicofármacos na infância
Enviada em 09/08/2021
Atualmente, a prescrição de psicofármacos na infância é um desafio que atinge a sociedade brasileira, já que de vez de combater a raiz dos problemas mentais dessas crianças, acaba apenas amenizando temporariamente os sintomas. O uso inadequado de tais medicamentos levam a dependência física ou psicológica, é incorreto tratar algo que pode ser resolvido com a utilização da terapia com uma abundância de remédios.
Levando em consideração que após a retirada de tais substancias da vida de um indivíduo, ele volta a sofrer com os sintomas, apenas prova que é de importância geral que deve ser requerido que formas de tratamento sem o uso de medicações sejam obrigatórias. O tratamento de forma errada apenas esconde o verdadeiro problema sofrido por essas pessoas portadoras de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)
É indiscutível a importância do governo, já que Segundo a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 196, é dever do O Estado garante o acesso à saúde, bem como é responsável pelas medidas públicas para zelar pelo bem-estar físico de todos os cidadãos brasileiros.
É imprescindível que sejam retiradas atitudes por parte da União e do ministério da saúde, para o bem estar das crianças de nosso país, através da conscientização de médicos e pais para a alternativa mais natural e com menos riscos de tratamento para o (TDAH). A conscientização pode ser alcançada por meio de propagandas em rádios, televisões, panfletos e vídeos no youtube movidos por verbas públicas. Essas medidas são necessárias para que daqui a alguns anos tenhamos um decréscimo alto na prescrição de psicofármacos na infância.