A banalização da prescrição de psicofármacos na infância

Enviada em 16/08/2021

Tema de extrema importância e difícil solução, sem dúvidas, a questão da banalização e da prescrição de psicofármacos na infância é um problema. É evidente que todos os remédios em níveis diferentes possuem algum tipo de efeito colateral, e quando possível devem ser evitados, pois em muitos casos existem tratamentos alternativos que auxiliam o paciente no tratamento.

Primeiramente, é importante destacar que de acordo com os médicos os quais prescrevem os medicamentos, é sabido que todos os fármacos possuem algum grau de efeito colateral, que podem se apresentar em um curto prazo ou até mesmo a longo. Deste modo, é importantíssimo que sempre que possível deve se procurar tratamentos alternativos, assim evitando tais afeitos.

Somando a isso, de acordo com O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) divulgou resolução recomendando o fim da prescrição excessiva de remédios para crianças e adolescentes no tratamento de problemas de aprendizagem, ou seja, já há uma forte evidência que a prescrição dos medicamentos aumentaram e estão trazendo prejuízos para os jovens, isso é inadmissível, pois até o Ministério da Saúde, em 2015, devido ao contrário ao abusos na prescrição dos medicamentos e recomendou a adoção de práticas que dispensam o uso.

Desse modo, faz-se necessário um controle maior dos medicamentos. Para isso, a agência nacional de vigilância sanitária (ANVISA) deve atuar com ações mais rigorosas de restrição, além de divulgar cartilhas de recomendações de métodos alternativos. Nesse mesmo sentido, é importante a atuação do governo em promover e divulgar, tanto na web como na televisão, acerca dos malefícios, da banalização, da prescrição de psicofármaco na infância. Dessa forma, espera-se um impacto positivo e consciente do uso de medicamentos através dessas informações na construção da consciência coletiva. A partir dessas ações, espera-se uma melhora no quadro atual.