A banalização da prescrição de psicofármacos na infância
Enviada em 26/09/2021
“Toda ação gera uma reação”.Sabendo-se disso, a 3 lei do físico Newton pode estar relacionada ao uso abusivo de remédios que podem causar dependência química na infância, além de levar à morte a fim de acabar com a depressão. Portanto, é importante que essa conjuntura seja discorrida, levando em conta que existem outros meios de tratamento para esses indivíduos ao invés de psicofármacos.
Em primeira análise, cabe elencar que há médicos que são contra o uso de psicofármacos, visto que, pode acarretar na vida deles, levando à dependência química. Sabendo-se disso, o psiquiatra Pablo Vinícius defende o desuso de medicamentos no livro “Menos tarja preta”, uma vez que, de acordo com esse doutor a utilização de tais formas para tratamento podem causar efeitos colaterais. Então, é necessário buscar outras medidas para combater a banalização.
Ademais, vale ressaltar que os psicofármacos são grandemente utilizados na sociedade contemporânea todavia, existem meios alternativos para o tratamento de tais doenças. “A política deve visar o equilíbrio social”, segundo Aristóteles, porém, o Estado não tem procurado soluções para auxiliar problemas na infância. Logo, é crucial que a esfera governamental busque alternativas para crianças e jovens com o intuito de mitigar a prescrição de medicamentos.
Levando em conta o exposto, é imprescindível que medidas como, a criação de propagandas por parte do Estado, principal promotor da sociedade, sejam postas em prática, através de verbas governamentais, a fim de diminuir o uso de psicofármacos na infância. Paralelamente, as escolas devem implementar palestras que possam ser discutidas no dia a dia, principalmente por crianças e jovens. Seguindo essas medidas, o equilíbrio social proposto pelo filósofo será posto em prática, levando em conta que a utilização de tais medicamentos podem ser consideradas banais.