A banalização da prescrição de psicofármacos na infância

Enviada em 16/11/2021

Psicofármacos são remédios encontrados para combater qualquer tipo de transtorno mental. Contudo, o uso excessivo dessas drogas na infância pode causar dependência quimíca para o resto da vida da criança atitude a qual é descaradamente, é reproduzida no Brasil. Sabendo disso, é fundamental por em destaque como principais causas desse problema: o preconceito contra tramentos psicoterapêuticos e como indústrias farmacêuticas em função do lucro.

Hordiernamente, as preconcepções a cerca do papel dos psicólogos e aos benefícios que seu tratamento traz a vida do paciente ainda fazem com que várias pessoas, principalmente como mais jovens, consuma medicamentos psiquiátricos sem realmente precisarem.

Segundo o site “UOL”, essa mentalidade em decorrência da separação da saúde mental e física, subestimando o valor da primeira em relação ao bem-estar da segunda. Portanto, é notório que o senso comum em relação a esse assunto deve mudar.

Ademais, como corporações produtoras de remédios estão mais preocupadas em obter lucro do que realmente promover mais qualidade de vida para a maior quantidade de seres humanos. À guisa de Marx, em um mundo capitalizado, uma busca incessante pela riqueza superior a quaisquer valores morais e culturais da sociedade.

Nesse contexto, observa-se um forte interesse dessas empresas em vender seus produtos para menores de idade, visto que, uma vez dependente de suas substâncias compostas, uma chance de seus sistemas nervosos continuarem neste estado durante toda a vida.  Logo, a prescrição de medicamentos psicotrópicos para crianças deve ser, ao máximo, evitado.

Diante disso, é notória a urgência de uma fiscalização de remédios públicos ao público mais rigorosa. Para tal, é imprescindível que o Ministério da Saúde, em conjunto com um OMS, elabore um protocolo que deixe explícito quais devem ser seguidos ao fornecer medicações a pacientes menores de idade, por meio de consulta de pediatras renomados mundialmente e de países com sistemas de saúde melhores, como Canáda, Noruega e Dinamarca. Apenas assim, os futuros aldutos do país terão maiores chances usufruirem uma melhor qualidade de vida.