A banalização da prescrição de psicofármacos na infância

Enviada em 16/02/2022

No modelo capitalista quanto mais vendas se gera maior o seu lucro. Conquanto, em mercados como o farmaceutico, altos volumes de vendas por muitas vezes significa uso prejudicial a saúde de seus clientes, nesses casos é necessário que esse mercados sejam regulados.

Segundo Thomas Hobbes a finalidade da política é garantir os direitos dos indivíduos. Nesse sentido, a banalização da prescrição de remedios na infância vai contra ao direito da saúde. Portanto, para que a Constituição Federal brasileira seja cumprida, é necessário um combate a esse ato.

Ademais, deve-se ressaltar que um fator que contribui para esses excessos é o lucro das empresas farmaceuticas, o uso exagerado gera mais vendas e portanto mais lucro, se tornando extremamente vantajoso o apoio a esses excessos por essas empresa.

Um exemplo disso seria a Nestle e o leite em pó infantil que foi criado como uma formula de apoio a mães incapacitadas de produzir leite. Porém, se tornou um produto utilizado até por mães “saudáveis”, graças as suas propagandas sugestivas, por mais que o recomendado seja somente o uso de leite materno.

Diante os argumentos passados anteriormente, se torna evidente a necessidade de que o Ministério da Saúde por intermédio do controle de propragandas e conscientização dos médicos controle e regule o uso de remédios. A fim de que

o brasil se torne um país mais justo.