A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea
Enviada em 13/08/2021
Atualmente, ao adentrar nas redes sociais, percebe-se o estímulo constante pela perfeição estética. Ademais temporalmente ocorreu uma banalização em relação à cirurgia plástica com o intuito de busca de um corpo idealizado. Por conta da falta de educação emocional do indivíduo unido com a busca pela aceitação social através da padronização da beleza estipulada pela sociedade, se tornar comum processos cirúrgicos desenfreadamente. Desse modo resultando uma sociedade alienada em busca de uma estética impossível padronizada, além de indivíduos frustrados com sua auto imagem.
Na música pretty Hurts(traduzindo, a beleza machuca) da cantora norte-americana Beyoncé, apresenta a busca pelo padrão de beleza inexistente e o adoecimento causado pelas pressões estéticas. Quando não se é ensinado a aceitar a suas diferenças e a não valorizar o padrão inalcançável desde a infância na escola, local aonde se tem uma diversidade de pessoas. Assim os indivíduos crescem sendo introduzidos a uma sociedade tóxica posteriormente se sentem acuados e para se sentirem incluídos acabam cedendo pressões externas de como devem agir, vestir e ser, assim uma maneira rápida é utilização de cirurgias para alcance ao padrão desejado. Contudo, se ao realizar isto se coloca em risco de até morte para algo que outros estipularam como ideal.
Além disso, desde da pré-história apresentou se padrões de belezas como as estatuetas de Vênus que representava a mulheres avantajadas como símbolos de prosperidade. Ao se passar o tempo teve várias categorias de tendências estéticas ao longo da humanidade até a chegada do contemporâneo. Com o surgimento de procedimentos cirúrgicos para mudanças de traços, diminuição de gordura corporal, adição de próteses e entre outros, se tornou um meio fácil de se alcançar o padrão. Para mais, além do problema já visto devido a pressão de fora de como alguém deve ser, os efeitos colaterais vão além dos psicólogos, o indivíduo pode adquirir por meio da recorrência do procedimento uma probabilidade maior de tromboses, diminuição de sensibilidade, infecções e entre outros problemas.
Portanto, o ministério da educação em parceria com as escolas mediante a palestras mensais, acrescentarem na grade curricular, cursos de educação emocional parar os alunos, com objetivo de novas gerações com autoconhecimento e melhoria no relacionamento consigo mesmo. Em conjunto, o ministério da comunicação com a mídia, através de publicidades e propagandas informarem os riscos de cirurgias plásticas desnecessárias. Associadamente com o incentivo da autenticidade que o indivíduo tem e sua importância na sociedade sendo assim como ele é, assim potencializando o resultado da educação emocional nas instituições de ensino.