A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea
Enviada em 18/08/2021
A sociedade contemporanea é marcarda por grandes avanços científicos na medicina, possibilitando assim a ampliação de procedimentos disponíveis e ao repsectivo acesso. Nesse panorama, a falsa ideia de que cirurgias plásticas se tornaram menos e invasivas, e, consequentemente, mais banais, em conjunto da criação de padrões de beleza que fogem do natural, criou-se um aumento significativo de procedimentos compulsórios que buscam um corpo temporariamente perfeito. Desse modo, torna-se pertinente analisar os motivos e as consequências que a atual banalização desse comportamento.
Similarmente ao contexto atual, o romance de ficção científica, Neuromancer tem, com plano de fundo da sua trama futurística, uma sociedade na qual a aparência fisíca é facilmente moldada, e a realização de cirurgias plástica a vista como algo do cotidino. Porem, o que antes era apenas ficção em 1984, se revela uma realidade do século XXI. Como no livro, a banalização desse tipo de procedimento, tem como principal causa a mudança frequente dos padrões de beleza midiaticos, e a propaganda de consumo, que vende o procedimendo como um produto.
Em detrimento disso, a cirurgia plástica ganha adeptos compulsórios, que a realizam por motivos fúteis, muitas vezes ligados ás midias sociais, sem levar em contas os riscos que procedimento cirúrgico pode carregar. Ademais, as consequências em longo prazo, são pouco discutidas dentro e fora dos consultórios médicos. Pode-se mencionar por exemplo o risco de deformações irreversíveis, seguidas de problemas de autoimagimem.
Diante dessa ploblemática é evidente que a banalidade das cirugias plásticas, deve ser questionada e combatida. Faz-se necessário a implantação de um rigoroso processo até a decisão final do indivíduo que opta pelo procedimento. Nesse contexto, os profissionais de saúde, devem ser responsáveis pela consientização daqueles vão a procura da cirurgia, aprensentando termos de adesão com termos claros e desligados de propósitos comerciais, recomendando, quando necessário, profissionais da psicologia quando há evidente precessão externa influenciando na decisão do paciente, a fim de desmistificar os fins e o meios da cirurgia plástica.