A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea

Enviada em 24/08/2021

A Primeira Guerra Mundial, ocorrida entre 1914 á 1918, proporcionou o avanço da medicina e em especial as cirurgias plásticas, em consequência dos grandes estragos da guerra que deixaram muitas pessoas com ferimentos graves. Atualmente, diferente do vivido naquela época, percebe-se que cirurgias plásticas foram banalizadas e são de fácil acesso a todos, sendo esse um assunto que merece atenção, seja para expor os riscos do procedimento, seja pela pressão estética da sociedade.

Primeiramente, levando-se em considereção a Terceira Lei da Física, criada por Newton, em que toda ação gera, consequentemente, uma reação, nota-se que as operações dispõe de grandes riscos durante o procedimento. Isso ocorre porque é uma intervenção invasiva, já que adentra uma parte do corpo humano, dessa forma pode ocorrer complicações como infecções e hematomas. Assim, urge que ações de comtrole sejam tomadas em prol da saúde.

Ademais, colocando em pauta a pirâmide das necessidades humanas, proposta por Maslow, em que a auto-estima tem posição de destaque para o bem-estar do indivído, observa-se que a sociedade constrói uma pressão para que todos sejam perfeitos esteticamente. Tal fato se dá pois buscam sempre o melhor corpo, a melhor roupa, uma vez que se veem alienados ao padrão estabelecido, fato que pode levar a depressão e ansiedade. Logo, fica claro que debates sejam realizados a fim de esclarecer a questão.

Portanto, haja vista a problemática da banalização das cirurgias plásticas na sociedade comtemporânea, é preciso que o Governo, em parceria com a Mídia, promova campanhas para alertar a população dos riscos cirurgicos, por meio da divulgações em sites relacionados a área, com o apoio de profissionais que se dedica à prática de cirurgias, de forma que esse problema seja sanado.