A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea

Enviada em 02/09/2021

Na Idade Média, via-se com clareza como as mulheres europeias utilizam de artigos de beleza considerada muitas vezes prejudiciais à saúde para se sentirem belas, um grande exemplo disso era o unguento feito com sulfato de arsênico. No entanto, apesar do lapso temporal, muitas pessoas usam de procedimentos estéticos para se sentirem atraentes, uma vez que, a padronização ideais ideais é disseminada por meio de julgamentos sociais. Assim, é basilar discutir sobre essas medidas estéticas que causam danos à saúde bem como o meio principal para superar a insegurança e garantir a banalização desse problema.

No que se refere, as lesões causadas pela procura extrema do que é perfeito por meio de cirurgias plásticas, uma vez que, as pessoas escolhem meios mais fáceis,  para chegar ao padrão desejado. No século XIX, as mulheres usufruíam de espartilhos como meio de afinar a cintura. Logo, o modo de fuga das pessoas que buscam entrar nos padrões são as cirurgias estéticas.

Nesse ínterim, a problematização acometida por essa ação causa insegurança. Segundo, Antoine de Saint Exupéry: " O essencial é invisível aos olhos. " Visto que, as pessoas devem se preocupar em com suas belezas internas e não ficar nos encaixe.

É mister portanto, que medidas devem ser tomadas com o objetivo de amenizar os problemas gerados. Dessa forma, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com a Mídia,  realizar palestras e propagandas com o intuito de ajudar as pessoas que sofrem com essas insegurança. Logo, o Brasil proporcionará melhores opções estéticas para a população que possuem essa escolha.