A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea
Enviada em 24/09/2021
As cirurgias plásticas foram desenvolvidas pós primeira Guerra Mundial, o que proporcionou à autoestima dos soldados. Entretanto, observa-se, na realidade, o uso excessivo de procedimentos estéticos na indústria da beleza, a qual tem poder influenciador acarretando na onda da artificialidade moderna.
Nesse contexto, deve-se, urgentemente, compreender e argumentar sobre esse caso deletério. Em princípio, cabe pontuar a ditadura da beleza como ponto crucial do empecilho, isso porque, a comparação física entre o mundo virtual, obviamente, distorce com a realidade, ou seja, figuras cibernéticas são modelos para seus seguidores, o que porventura pode apresentar pontos positivos ou negativos. Nesse viés, a busca desenfreada por procedimentos cirurgicos entre os jovens tornaram-se alvo de preocupação, pois reflete na maneira como se enxergam.
Por conseguinte, recorre-se à teoria de Hegel: “A beleza é construída por determinadas fases históricas”, sob essa ótica, é fato que cada período possui o “belo ideal” e, para incluir-se, na sociedade os indivíduos às seguem. Ademais, segundo o filosófo Aristóteles: “O homem nunca está satisfeito”, assim irá buscar a finalidade humana para suprir seus desejos. Em síntese, é dever das empresas estéticas mitigar a divulgação “photoshopada” do antes e depois das cirurgias, pois causa repercursão e falsa sensação de necessidade dos clientes, assim, romper com a padronização e introduzir a perfeição natural, com engajamento dos profissionais nas redes sociais, através de avisar a superprodução da foto. Portanto, a finalidade dessa proposta é naturalizar no mundo digital pessoas reais para valorizarem-se e, caso aprovada, alcançará o fito desejado.