A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea

Enviada em 28/09/2021

Segundo Durkheim, a construção do indíviduo deve-se pela influência de fatores sociais. Neste sentido, entende-se que a busca pelo corpo ideal é produto da sociedade. Logo, a banalização das cirurgias advém do sensacionalismo da mídia acerca do assunto.

Nos anais da história, os critérios para o corpo ideal variam de acordo com a cultura de cada sociedade. A exemplo disso, temos na Era Vitoriana o uso de espartilho para afinar a cintura. Nota-se, deste modo, que a atualidade intensificou os métodos necessáriios para atingir o seu padrão.

No contexto atual brasileiro, a geração vigente é inserida em um mundo globalizado e com grande variedade de procidimentos estéticos. Os altos índices de proucura por essas intervenções estão, por vezes, relacionadas a divulgação usual pelos influencer digitais, que utilizam os pretígios do meio para disseminar a cultura de processedimentos estéticos.

Portanto, cabe ao Estado, por intermédio do Ministério da Educação, desenvolver palestras ministradas por educadores e especialistas em escolas públicas e privadas, com o intuito de conscientizar jovens sobre o assunto. Ademais, compete ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitaria, policiar as publicidades digitais a fim de minimizar a banalização das cirurgias plásticas.

Diante do apresentado, infere-se que a mídia trivaliza a busca por processos estéticos. À vista disso, para reversão desse cenário, a temática em questão deve ser tratada com responsabilidade para que a sociedade se torne um ambiente harmônico.