A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea
Enviada em 09/10/2021
Todos os anos, mais de 23 milhões de cirurgias plásticas são realizadas em todo o mundo. Comparado com o Brasil, o próprio já ocupa o segundo lugar no mundo. Já as mulheres representam mais de 80% das pessoas que realizam cirurgias plásticas, entre elas, os que se destacam são: principalmente a lipoaspiração e o aumento dos seios.
Porém, é importante destacar que a busca por um corpo perfeito e a insatisfação com as belezas naturais existem na maior parte do mundo contemporâneo. As revistas e a mídia tiveram um grande impacto no índice de cirurgias porque criaram padrões estéticos estereotipados para mulheres e homens.
A modelo Andressa Urach é um bom exemplo de Urach: A brasileira passou várias semanas no hospital por causa de uma grande dose de hidrogel injetada em sua coxa. Outro caso é o de Célsio Celso Santebañes, mais conhecido como Ken humano, que passou por várias modificações cirúrgicas para encontrar um rosto perfeito, semelhante a um fantoche, está disposto a fantoche Ken.
A busca pela perfeição ou o estereótipo imposto pela sociedade ou sociedade nem sempre dá certo, podendo ocorrer complicações graves e até a morte. Devido ao alto custo da cirurgia, muitas pessoas que não têm recursos financeiros procuram uma cirurgia mais barata, que é mais perigosa.
Pelos fatos acima, pode-se concluir que a cirurgia plástica atualmente ocupa muito espaço e se tornou uma obsessão para as pessoas. A felicidade própria não é suficiente para não se submeter a procedimentos médicos. Cada vez mais tende a aumentar o consumismo nas formas físicas e anatômicas. Os médicos tendem a ser cada vez mais consumistas nas formas físicas e anatômicas.