A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea
Enviada em 18/11/2021
Na obra pré-modernista, “Triste fim de Policarpo Quaresma” do escritor Lima Barreto, o major Quaresma, admirador das riquezas oriundas do país, acreditava que se superandos alguns desafios, o Brasil alcançaria o patamar de nação desenvolvida. No entanto ao banalizar as cirurgias plásticas na sociedade pode causar problemas graves. Percebe-se que esses pedidos não foram superados, já que contém midiática e falta de informações que potencializam essa entrave.
Nessa pespectiva, denuncia-se a influência da mídia como um dos principais causadores do imbrógilo. Isso decorre, principalmente, da normalização do mal vindo da mídia. Por exemplo, tem uma entrevista da cantora Anitta relatando seus procedimentos estéticos e citando que é tudo “falso”, os leigos nessa área acharará normal o fato de uma pessoa fazer uma cirugia, pois não sabe dos riscos que pode correr. Seguindo esse pensamento, Hannah Arendth, a filósofa, criou o termo “banalidade do mal” que se em entrelaça com a normalização das plásticas. Dessa forma, enquanto o mal para normalizado, mais pessoas correm riscos na mesa cirúrgica por impacto da mídia que banaliza os perigos.
Outrossim, observa-se que a falta de informação possui estreita relação com o tema. Nesse viés, uma parcela social que se arrisca em cirurgia não selecionar qualquer informação do risco que está passando na cirurgia, assim, influentes digitais ea mídia normalizam o procedimento estético e os perigos. Por exemplo, um modelo Andressa Urach realizou uma cirurgia estética e quase veio a óbito, depois do ocorrido, muitos médicos alertaram sobre os problemas que podem ocorrer. Nesse sentido, a sociedade é alertada sobre algo que é banalizado, após uma pessoa ter corrido risco. Desse jeito, se prova que os riscos da plástica não são alertados, gerando problemas parecidos com o da modelo.
Por fim, pode-se inferir a banalização das cirurgias pláticas é um tema relevante que carece de soluções. Sendo assim, o Mistério da Saúde deve oferecer informações médicas da possibilidade de riscos em uma mesa de cirurgia, deixando claro que a mídia não deve banalizar um assunto tão sério, isso ocorre através de propagandas ou palestras, a fim de diminuir a normalização das cirurgias e oferecer todo suporte de informações para o indivíduo que para realizar o procedimento. Desse modo, a nação brasileira estará ciente de todos os dados base e tendo a diminuição da banalização da problemática, fará que o assunto seja tratado com o especialista correto para orientar, notoriamente, irá superar o obstáculo e o brasil se tornará uma nação desenvolvida, anterior a Quaresma.