A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea
Enviada em 15/01/2022
No ano de 2018 a OMS (Organização Mundial de Saúde) categorizou um novo transtono de imagem chamado de Disformia do Snapchat, o transtono é uma consequencia do uso exarcebado de filtros que modificam o rosto em redes sociais faz com que, principalmente adolescentes e jovens, tenham uma visão distorcida do próprio e passem a buscar procedimentos estéticos. Assim, é notável que os jovens são sucetíveis a buscar cirurgias plasticas para alcançar padrão ideal de beleza devido a influencia de famosos e das redes sociais.
Primordialmente, no ano de 2013 a influencer Kylie Janner - na época menor de idade- virou pauta em diversas revistas de beleza devido aumento repentino do tamanho da sua boca. Assim “#KylieJenneChallenge” alastrou na internet, o desafio de tentar aumentar os lábios utilizando um copo causou hematomas e flacidez em diversas menina ao redor do mundo que buscavam ter a boca igual a da influencer. Logo, anos depois Kylie admitiu ter feito o prenchimento labial e, admitiu que se arrependeu de ter feito o procedimento, entretanto, de 2014 a 2016 a procura por de procedimentos estéticos não cirurgicos mais que triplicou no Brasil e a “boca de Kylie Jenner” continua sendo um desejo de consumo de muitas jovens.
Por outro viés, as redes sociais estão contribuindo para o aumento do surgimento de um padrão de beleza considero inalcansavél sem intervensão estética. Sob essa perspectiva, a atriz Giovanna Chaves quando tinha 18 anos decidiu submeter a cirurgia chamada lipo lad, embora, já tivesse o corpo considerado padrão, ela revelou em suas redes socias que não se sentia satifeita com a própria imagem. Desse modo, a busca de padrões inalcansavéis faz com que a busca por intervesões cirurgicas seja difundido.
Dessa forma, é notório que as redes sociais contribuiem para a idealização de uma padrão de beleza e consequentemente a banalização de cirurgias plásticas. De tal modo, é necessário que o Ministério de Propaganda crie campanhas com pessoas normais, sem grandes edições a cerca do assunto, a fim de informar as pessoas a cerca dos riscos da cirurgia e de como que as imagens das redes socias podem ser facilmente manipuladas para que assim, os jovens brasileiros não se tornem mais vítimas das imagens distorcidas da internet e de transtornos como a Disformia do Snapchat.