A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea

Enviada em 22/04/2022

Com o advento das redes sociais, como o Intagram, deu-se abertura para figuras públicas, chamas de “Digitais Influencers” que mostram a vida “perfeita” diante do seu público. Nessa pespectiva, o aumento de cirurgias plásticas vem sendo disseminado nas redes sociais. Isso ocorre devido a necessidade de aparentar a perfeição e por apenas exporem a parte do corpo perfeito e ocultarem a complexidade desse tipo de cirurgia e recuperação da mesma.

No livro “Sociedade do Espetáculo” do filósofo e sociólogo Guy Debord é explicitado em sua teoria de que toda as pessoas vivem sua vida como se fosse uma perfomace, tentando sempre mostar um show para as outras pessoas e aparentar perfeição. A teoria se comprova correta. Com a alta exposição trazida pela mídia das redes sociais espera-se cada vez mais show e perfeição de cada um. Desssa forma, a necessidade de perfeição faz com que cada vez mais precisem melhorar a aparência estética.

Ademais, o fato de não alertarem da complexidade da cirurgia e pós cirurgico, contribuem para tamanha banalização. Nesse sentido, a Socidade Brasileira de Cirurgia Plástica proíbe o uso de antes e depois de procedimentos para que os indivíduos não se deslubrem com somente com os resultados, porém na maioria das vezes isso é desrrespeitado. Desse modo, é trivializa cirurgias sem abordar os riscos que envolvem.

Portanto, faz-se necessário que o ministério público, juntamente com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, deve ficalizar publicações e proibir determinados tipos de conteúdos, orientando principalmente influencers a fazer alerta sobre os riscos da cirurgia através das redes socias e mídias, a fim de manterem cientes dos riscos. Assim, o Brasil caminhará para a desbanalização de cirurgias plásticas.