A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea

Enviada em 10/05/2022

Em 2020, a influenciadora Giovana Chaves realizou o procedimento de lipoaspiração, com apenas 18 anos a jovem, de certo modo, chocou seus seguidores e grande parte do pais. De fato, é muito além da pressão estética que a sociedade está impondo cada vez mais nos dias atuais, em uma comparação entre o futuro e o passado, sempre houve um padrão de beleza na sociedade. Desde modo, na conteporaneidade, as dificuldades ainda persistem, seja por influencia de pessoas relevantes, ou pela dificuldade de autoaceitação.

Sob essa perpectiva, convém enfatizar que essa influencia está entre as principais causas da mediocrização de cirurgias extremamente perigosas na sociedade contemporanea. Nessa óptica, durante o renascentista de acordo com o wearehuman.com, o ideal greco- romano era o mais valorizado, a obesidade representava status, simmbolo de nobreza e ostentação, formas avantajadas e cabelos longos. De maneira análoga, esse pensamento de seguir uma ordem, nunca foi extinto. Dessa forma é inaceitavel que em pleno século XXI ainda seja algo tão comum e normalizado cada vez mais.

Ademais, o processo de autoaceitação náo é algo simples principalmente com as redes sociais dominando a internet é um dos principais fatores que agravam o impasse, nesse contexto, segundo a ISAPS, as maiores porcentagens de cirurgias que são realizadas diariamente são na área da estética e as mulheres são as que mais buscam os procedimentos. Sob esse viés, se torna mais normalizado o fato da mulher correr risco de vida pela estética.

Fica evidente que influencia de pessoas no nicho e a dificuldade de autoaceitação, são prejudiciais á banalização de cirurgias plásticas e que, portanto é necessário mudanças, por isso a midia social a evento de “blogueiras” e “influencers”, devem promover falar a verdade a respeito do empecilho, por meio da internet, nesse sentido, o intuito de tal medida é alertar os riscos, diminuir a comaração com os “corpos falsos” em redes sociais e buscar uma alternativa mais saudavel de viver e consequentemente minimizar tal banalização.