A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea
Enviada em 12/11/2022
De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica de 2018, o Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo. Diante disso, observa-se que, na sociedade contemporânea, a banalização desse tipo de procedimento é uma realidade, o que é um problema para a população.
A princípio, é notório que, a rede social é a principal responsável pela banalização das cirurgias plásticas. Nela, os “famosos” depositam em seus conteúdos apenas os melhores momentos de sua vida, nunca expondo os não favoráveis. Dessa maneira, fica evidente que a exposição midiática influencia negativamente os usuários, pela falsidade, em especial sobre as cirurgias plásticas.
Nesse contexto, percebe-se que a pressão estética já existente é agravada pelas redes. Uma reportagem do G1 de 2022 expôs o caso de Eliene Prado, que faleceu após realizar uma lipoaspiração. Nesse viés, entende-se que a banalização tem más consequências, pelo fato de: as pessoas não procurarem fontes de informação confiáveis para realizar uma cirurgia segura e apenas desejarem o corpo dos sonhos seja lá como for este processo.
Em suma, portanto, medidas são necessárias para solucionar o problema em questão. É imprescindível que o Ministério da Comunicação desenvolva campanhas midiáticas que desmascare a ideia da cirurgia plástica ser fácil ou sem riscos, por meio de propagandas a serem exibidas na TV aberta. Assim, espera-se que com a população mais informada da realidade, a banalização acabe.