A banalização das cirurgias plásticas na sociedade contemporânea
Enviada em 11/07/2022
A sociedade tem presenciado uma pressão estética que tem atingido principal-mente as mulheres. Conforme o jornal USP (Universidade De São Paulo), o Brasil é líder mundial no ranking de cirurgias plásticas. Além disso, muitos médicos não credenciado tem feito cirurgias e causado problemas na estética, e ocasionado mortes de pessoas com procedimentos errados.
Portanto, a imposição de um padrão de beleza a sociedade afeta principalmente as mulheres, que se sentem insatisfeita com seu rosto, com o seu corpo e acaba re-sultando em graves consequências. Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS, na sigla em inglês), 87,4% das mulheres brasileiras precisa de uma intervenção plástica, por consequências na cirurgia. Ademais, em resultân-cia de uma pandemia, segundo a Dra. Larissa Samudjo tem crescido a procura de correção de pálpebras para retirada de pele por conta do uso da máscara.
Em adição, de acordo com a UNIFESP (Universidade Federal De São Paulo) a cau-sa de mortes causados por cirurgias estéticas,23% sucedeu por médicos que não ti-nham registro de especialidade. Como também, médicos especializados em outras áreas da medicina tem feito procedimentos estéticos e colocado pessoas em risco. Diversas mulheres tem buscado um corpo perfeito, tem buscado se encaixar em um padrão de beleza que não existe. A influenciadora Anastasia balinskaya com- partilhou em suas redes socias que o seu nariz estaria apodrecendo devido a um procedimento estético mal realizado.
Diante do exposto, a imposição causado pela sociedade sobre as mulheres tem causado graves consequências. Sendo assim, as grandes empresas de produtos de beleza e os famosos médicos de estética, com parceria com as grandes emissoras de tv; poderia realizar uma admirável propaganda com objetivo de alcançar as mu- lheres e aumentar a autoestima delas. Tendo como resultado, a redução de mortes por erros nas cirurgias e alertar sobre médicos não credenciados.