A capacidade da internet de empoderar o indivíduo

Enviada em 03/10/2025

A internet tem evoluido drásticamente, como mostram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estastistica (IBGE), o uso das redes está presente em mais de 90% da residências do Brasil. Nesse contexto nota-se que utilização excessivadas redes sociais tem sido cada vez mais presente no cotidiano da sociedade. Entretanto, são notáveis as problemáticas como a propagação de notícias falsas e a manipulação digital. Portanto, é indispensável que sejam tomadas medidas para solucionar essas questões.

Sob essa perspectiva, percebe-se o descaso governamental em relação ao perigo da internet e a sua capacidade de empoderar o indivíduo. Como afirmou o filósofo Michel Foucault, aquele quem controla a informação, controla o poder, destacando o domínio virtual. Esse cenário reforça a necessidade de políticas públicas efetivas que promovam o limite e alertem no que diz respeito a exorbitância de plataformas online, garantindo maior segurança á população, assim como também usufruir desse direito da maneira correta.

Apesar de órgãos e instituições governamentais que cooperam para combater as fake news, o Brasil, segundo a BBC, mostra que os conteúdos enganosos se espalham 70% mais rápido do que as notícias verdadeiras nas redes sociais. Visto que a ausência de mecanismos consistentes de regulação das mídias impacta diretamente a população, torna-se necessário salientar a criação de medidas institucionais que fiscalizem o funcionamento das plataformas digitais e promovam campanhas de educação midiática, de modo a reduzir os efeitos da desinformação.

Diante do exposto, o empoderamento e a divulgação indevida de informações precisam ser solucionados corretamente. Logo, o governo, por meio do Ministério da Justiça e em parceria com o Tribunal Superior Eleitoral e a Secretaria de Comunicação, deve criar mecanismos de fiscalização mais rígidos sobre as plataformas digitais, garantindo a remoção ágil de conteúdos falsos. Além disso, o Ministério da Educação pode implementar programas de educação midiática nas escolas, por meio de oficinas e campanhas educativas, com o objetivo de desenvolver o pensamento crítico dos jovens. Essas medidas garantem que as redes permaneçam um espaço de empoderamento livre de manipulação.