A capacidade da internet de empoderar o indivíduo

Enviada em 04/10/2025

Na contemporaneidade a internet sem dúvidas é uma das coisas que o ser humano mais faz uso. Por meio dela as pessoas conseguem realizar tarefas rapidamente, que no passado não eram tão fáceis ou até impossíveis. Porém esse poder pode passar do limite e pode interferir na privacidade dos usuários.

O execesso de poder dos indivíduos na internet é algo que causa extrema preocupação. Em um documentário na Netflix, chamado “Cyber Hell - Exposing An Internet Horror”um detetive descobre uma web de crimes sexuais que são praticados ou contados na internet, em que várias pessoas participam. Da mesma maneira que essas pessoas tem acesso a esse tipo de sites, elas tem acesso a outras coisas igualmente ruins que afetam os direitos humanos.

A privacidade dos usuários da internet esta cadê vez menor, onde usuários aleatórios podem ter informações sobre você que você nem disponibilizou. No documentário da Netflix chamado “Web Of Make Belive - Deaths, Lies & The Internet” várias garotas são entrevistadas, onde elas contam a mesma história, que uma pessoa aleatória conseguiu uma foto delas despidas e as ameaçou pedindo mais fotos, não só isso mas também entrando nas suas redes sociais tomando conta delas entre outras coisas. Como no documentário nada mais está seguro na internet, em qualquer link que os usuários clicam tem que ser verificado se é seguro etc.

Portanto, mediante ao problema da capacidade da internet de empoderar o indivíduo, é necessário que se ache uma solução. Sendo assim cabe as empresas que criaram e controlam as plataformas das redes sociais, fiscalizarem e excluirem qualquer conta e site que ameace os direitos humanos, para que os usuários não tenham um poder tão excessivo. Dessa maneira, é mister do Ministério das Comunicações alertar a população sobre o perigo de abrir links e aceitar pessoas aleatórias em suas contas, com propagandas e campanhas de conscientização. Assim reduzindo a problemática e fazendo o máximo para que os acontecimentos dos documentários citados anteriormente não se repitam.