A contribuição da miscigenação para a identidade cultural brasileira
Enviada em 10/08/2024
“A Constituição pretende ser a voz, a letra e a vontade política da sociedade rumo à mudança”. O discurso do deputado Ulisses Guimarães, em 1988, marcou a promulgação da Constituição Federal como bem-estar social e nacional. Nesse sentido, lamentavelmente, a contribuição para a miscigenação para identidade cultural, no Brasil, representa um entrave para o cumprimento desses direitos na prática. Nesse viés, destacam-se dois aspectos importantes: a negligência governamental e a diversidade cultural.
Cabe mencionar, em primeiro plano, que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Nessa ótica, de acordo com Confúncio, filósofo chinês, “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o governo não se preocupa com esse revés, e assim, vemos que o país não soube normalizar essa mistura de etnia causando alguns efeitos ruins. Diante disso, fica clara a necessidade de dedicação sob a defesa desses informes.
Outrossim, destaca-se a divergência cultural como contribuição para alavancagem do Brasil. Sob essa ótica, à luz de Émile Durkheim, filósofo francês, “o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade”. Dessa forma, observa-se que obtemos formações de identidades diversificadas culturalmente e uma sociedade rica refletida na música, língua, culinária e nas práticas religiosas. Logo, medidas fazem-se necessárias para corrigir a problemática.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a conter a desconstrução do assunto sexual. Dessa maneira, cabe ao Estado conscientizar os cidadãos de como é necessário entender sobre a miscigenação de identidade cultural brasileira e como ela é importante, por meio de cartazes nas ruas e, até mesmo, campanhas em redes sociais (“Instagram e Twitter”), a fim de assolar os problemas envolvidos. Já as escolas, conscientizar os estudantes de que não devem cometer discriminação com ninguém. Apenas desse modo, com as mudanças abordadas, tal problemática será resolvida.